Archive for ‘Manuel de Freitas’

30 de Dezembro de 2014

MELHORES DE 2014: Manuel de Freitas escolhe LAVA DE ESPERA, de FÁTIMA MALDONADO

Manuel de Freitas escolheu LAVA DE ESPERA, de FÁTIMA MALDONADO (Companhia das Ilhas, 2014) como um dos 10 melhores livros de 2014 (Expresso/Atual, 27-12-2014)

Freitas_melhores 2014 - Maldonado

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5 de Novembro de 2014

Paulo da Costa Domingos x 2

pcd a morte dos outros

20 de Dezembro de 2012

Freitas e Cabrita

O poeta e crítico do Expresso Manuel de Freitas (editora Averno, revistas Telhados de Vidro e Cão Celeste, bar Bartleby, livraria Paralelo W) escreveu no nº 2 da Cão Celeste uma crítica ao Respiro, breve ensaio de António Cabrita editado pela Língua Morta em Novembro de 2011. Cabrita responde aqui com o primeiro de uma série de “postais” sob a designação “Conversas em família”. Adivinha-se “conversa” – e da boa. A seguir.
 Cabrita_maputo_WebManuel de Freitas

Antonio Cabrita Respiro

16 de Julho de 2012

Prémio Diógenes

O Prémio Nacional de Poesia Diógenes, promovido pela revista Cão Celeste, dirigida pela Inês Dias e pelo Manuel de Freitas, alargou o prazo de entrega de candidaturas para 31 de Julho.

 

21 de Maio de 2012

Portugal Zero

“A poesia portuguesa tem vários séculos de vida. É uma história longa, dotada de um passado tão forte como presente. A poesia portuguesa, de tanto passado, também tem presente. Vários séculos e novos séculos: séculos novos, poesia nova, um poético Portugal em estado de fundação. Portugal, pois, em estado zero, Portugal, 0. Aqui, assim, o cabimento de se olhar a poesia nova portuguesa, a necessidade, a premência. Porque esta poesia não é apenas nova, ela terá, por ser quem é, vários séculos de vida, e terá seu passado em situação de grande novidade. Portugal, 0, Portugal desde sempre em estado de fundação.

São poetas de agora, vivos e jovens, os que vêm nesta coleção. Poetas que estréiam no final do século XX, invadem, viçosamente, o XXI, lêem sua história e a ela dão prosseguimento. A Portugal, 0 interessa a ponta-de-lança, um presente cheio de tradição e de coisas frescas. E interessa também dar ao leitor brasileiro, afastado de tudo o que este poético Portugal vem escrevendo, o conhecimento desta rigorosa novidade, nem tão estranha assim àquilo que nossos olhos, nossas angústias e maravilhas costumam experimentar.

Que venha Portugal, 0, e que tenha longa vida, pois esta poesia, de séculos e de agoras, vida longa tem e terá.”

Esta é Carta de Fundação da colecção Portugal 0 (zero), da Oficina Raquel. Sob a cooredenação do poeta Luís Maffei, publicaram-se já antologias de Rui Pires Cabral, Pedro Eiras, Manuel de Freitas, Luís Quintais e Valter Hugo Mãe.