Archive for ‘Madalena de Castro Campos’

20 de Abril de 2014

Dois anos de livros

No dia 5 de Maio de 2012, a Companhia das Ilha iniciou a sua actividade editorial, com a publicação do livro de contos de António Cabrita «Fica a dever-me uma noite de arromba», na colecção azulcobalto. Seguiram-se mais 36 títulos.

Para assinalar a data, a Companhia das Ilhas oferece aos seus leitores 40% de desconto em todos os livros adquiridos no dia 5 de Maio, através da sua loja on-line – e oferece os portes para todo o território português.

Capa António Cabrita.inddcolecção azulcobalto

António Cabrita, Ficas a dever-me uma noite de arromba

Carlos Alberto Machado, Uma viagem romântica a Moscovo

Fernando Machado Silva, Passageiros clandestinos

Helder Moura Pereira, Eu depois inventei o resto

Inês Lourenço, Ephemeras

João Paulo Cotrim, A minha gata

Jorge Aguiar Oliveira, Ranço

José Ricardo Nunes, Confissões

Madalena de Castro Campos, O fardo do homem branco

Manuel Fernando Gonçalves, A matriz e o canto oposto

Nuno Dempster, Na luz inclinada

Nuno Dempster, O papel de prata, o reflexo e outros contos pelo meio

R. Lino, Baixo-Relevo

Rosalina Marshall, Manucure

Valério Romão, Facas

colecção azulcobalto | teatro

Jaime Rocha, O regresso de Ortov

Luís Campião, O menino da burra

Marta Freitas, Eis o Homem

Pedro Eiras, Bela Dona e outros monólogos

Ricardo Neves-Neves, A porta fechou-se e a casa era pequena

Rui Pina Coelho, Às vezes quase me acontecem coisas boas quando me ponho a falar sozinho

Tiago Rodrigues, Peça romântica para um teatro fechado

colecção terceira margem

Helder Gomes Cancela, O exercício da violência. A arte enquanto tempo

colecção mundos

Cristina Brito, A viagem seguinte

Fátima Maldonado, Lava de espera

colecção do outro lado do espelho

Gez Walsh, A borbulha no rabo. Poemas terríveis para meninos terríveis (versão portuguesa de Helder Moura Pereira)

colecção transeatlântico

Alexandre Borges, O boato. Introdução ao pessimismo

Carlos Alberto Machado, Estórias açorianas

José Pinto de Sá, Os filhos de Mussa Mbiki

Luís Carlos Patraquim, O escuro anterior

Luis Maffei, Signos de Camões

Manuel Tomás, Maroiço

Mário T Cabral, Tratados

Nuno Costa Santos, Às vezes é um insecto que faz disparar o alarme

Urbano Bettencourt, Outros nomes, outras guerras

colecção terra açoriana

Manuel Tomás, Picolândia

colecção terra açoriana | série especial

Manuel Tomás (org), Nunes da Rosa. Estudo e Antologia

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1 de Março de 2014

POESIA EM MARÇO | Dia Mundial da Poesia 2014 em Coimbra

A Companhia das Ilhas vai publicar este mês de Março dois novos títulos de poesia inédita: Ranço, de Jorge Aguiar Oliveira, e Na luz inclinada, de Nuno Dempster.

Capa_Jorge_Aguiar_Oliveira_REV3Os dois livros serão apresentados em Coimbra, no dia 21 de Março, Dia Mundial da Poesia, na Livraria e Antiquário Miguel de Carvalho, sessão integrada no festival de poesia Mal Dito (de que faz parte também uma feira do livro de poesia, com participação da editora). Estão convidados todos os poetas com livros editados na Companhia das Ilhas, desde 2012: Carlos Alberto Machado, Fernando Machado Silva, Helder Moura Pereira, Inês Lourenço, Luís Carlos Patraquim, Luis Maffei, Madalena de Castro Campos, Manuel Fernando Gonçalves, Manuel Tomás, Mário T Cabral, Nuno Costa Santos, R. Lino, Rosalina Marshall e Urbano Bettencourt.

Capa_Dempster_Luz_inclinadaCarlos Alberto Machado, editor da Companhia das Ilhas, onde publicou Uma viagem romântica a Moscovo, terá, também em Coimbra, dia 28 de Março, uma sessão dedicada à sua escrita, na Mercearia de Arte Alves & Silvestre, com organização da Escola Informal de Fotografia, de Susana Paiva. A actriz  Mariana Fonseca Nunes dirá poemas do autor.

2 de Abril de 2013

«O Fardo» lido (contra mundum)

Capa Madalena C Campos_REV2«Para quem tenha, ao longo do último ano, acompanhado o blogue  les cahiers de la mariée, este pequeno livro não surgirá como uma surpresa. Para quem desconheça o blogue, O Fardo do Homem Branco, publicado na Companhia das Ilhas (1) pode constituir um choque: pela agressividade verbal, pelo vocabulário e o imaginário explicitamente sexuais, pelo cinismo seco e sem exterior.
1 de Abril de 2013

Januário sobre Madalena

Januario sobre Madalena

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17 de Março de 2013

Luís Filipe Cristóvão sobre O Fardo do Homem Branco

O Fardo do Homem Branco

de Madalena de Castro Campos

por Luís Filipe Cristóvão

«O que se conhecia de Madalena de Castro Campos, que tem vindo a publicar no blogue les cahiers de la mariée, já dava o tom daquilo que se encontra n’ O Fardo do Homem Branco, o seu primeiro livro, publicado pela açoriana Companhia das Ilhas. Uma poesia fortemente cínica, no modo como a partir de uma personagem feminina vai desconstruindo o marialvismo ainda latente na cultura portuguesa. A utilização, no título, da referência a Rudyard Kipling, acaba por dar um tom pesadamente irónico ao que encontramos dentro deste pequeno volume.

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15 de Março de 2013

Livreira “esmurrada”

In folio livraria«Num pequeno pacote, com outros dois títulos, chegou pela manhã. Gosto de jogos de referências, de literatura dentro de literatura, e o título, que também é o de um poema do Kipling que julgava esquecido, surpreendeu-me. Assim, feito o trabalho técnico e antes das arrumações, peguei neste volumito e li-o. Poemas curtos, incomodativos, de uma violência que nos atinge no estômago, também na alma (se ela existir e nos habitar), e que me reenvia para o que sempre sinto quando olho os quadros da Paula Rego.
Literatura também é esta capacidade para sacudir e incomodar.»

[ daqui ]

Capa Madalena C Campos_REV2

 

 

25 de Fevereiro de 2013

«O fardo do homem branco» lido por Nuno Dempster

livro-madalena-castro-campos_RB_webO poeta Nuno Dempster escreveu sobre o livro O FARDO DO HOMEM BRANCO, de Madalena de Castro Campos, que começa agora a ser distribuído pelas livrarias:

«Madalena de Castro Campos (Lisboa, 1984), doravante MCC, estreia-se com o livro de poemas O Fardo do Homem Branco, editado recentemente pela Companhia das Ilhas. MCC foi buscar o título do livro a um poema, como é comum suceder. Porém, fez mais do que é vulgar, o último poema agarra o primeiro do livro pelo tema. Ambos são como dois pilares que, numa temática ramificada, marcam, o assunto central e único: o fardo do homem branco, ou seja, o peso da civilização ocidental de hoje, com a distribuição de poder, o uso dele e o modo. A unir esses dois poemas, há uma trave mestra, de onde derivam os poemas do interior, completando a montagem numa estrutura fechada, que só na aparência parecerá fácil, quando se me afigura difícil consegui-la com trinta e nove poemas relativamente curtos, de gestação não programática. (…) Texto completo aqui.
Pode ser adquirido aqui.