Archive for ‘Helder Moura Pereira’

16 de Outubro de 2014

Plano Regional de Leitura dos Açores com 7 obras da Companhia das Ilhas

O Plano Regional de Leitura da Região Autónoma dos Açores actualizou a sua lista de Livros Recomendados (2014-2015), onde se incluem 7 obras da Companhia das Ilhas:

 Alexandre Borges, O Boato. Introdução ao pessimismo

Secundário – Sugestão de leitura

O BOATO. INTRODUÇÃO AO PESSIMISMO, Alexandre Borges colecção transeatlântico 009 | aforismos 64páginas | ISBN 978-989-8592-30-9 | 1ª edição – Setembro de 2013 | PVP: 6,95 euros

Carlos Alberto Machado, Estórias Açorianas

3º Ciclo – Leitura autónoma

Capa_Carlos-Alberto-Machado_Estorias_bxFátima Maldonado, Lava de espera

Secundário – Sugestão de leitura

FM_Lava_Espera_Capa_REV2Gez Walsh, A Borbulha no Rabo – Poemas terríveis para meninos terríveis, versão portuguesa de Helder Moura Pereira

1º e 2º Ciclos – Leitura orientada

Gez-Walsh-BorbulhaManuel Tomás (dir.), Nunes da Rosa. Estudo e Antologia

3º Ciclo – Leitura autónoma / Leitura orientada

Manuel-Tomas-Nunes da Rosa-978-989-8592-27-9Nuno Dempster, Na luz inclinada

Secundário – Sugestão de leitura

Capa_Dempster_Luz_inclinadaUrbano Bettencourt, Outros nomes, outras guerras

Secundário – Sugestão de leitura

Capa_Urbano_V1

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20 de Abril de 2014

Dois anos de livros

No dia 5 de Maio de 2012, a Companhia das Ilha iniciou a sua actividade editorial, com a publicação do livro de contos de António Cabrita «Fica a dever-me uma noite de arromba», na colecção azulcobalto. Seguiram-se mais 36 títulos.

Para assinalar a data, a Companhia das Ilhas oferece aos seus leitores 40% de desconto em todos os livros adquiridos no dia 5 de Maio, através da sua loja on-line – e oferece os portes para todo o território português.

Capa António Cabrita.inddcolecção azulcobalto

António Cabrita, Ficas a dever-me uma noite de arromba

Carlos Alberto Machado, Uma viagem romântica a Moscovo

Fernando Machado Silva, Passageiros clandestinos

Helder Moura Pereira, Eu depois inventei o resto

Inês Lourenço, Ephemeras

João Paulo Cotrim, A minha gata

Jorge Aguiar Oliveira, Ranço

José Ricardo Nunes, Confissões

Madalena de Castro Campos, O fardo do homem branco

Manuel Fernando Gonçalves, A matriz e o canto oposto

Nuno Dempster, Na luz inclinada

Nuno Dempster, O papel de prata, o reflexo e outros contos pelo meio

R. Lino, Baixo-Relevo

Rosalina Marshall, Manucure

Valério Romão, Facas

colecção azulcobalto | teatro

Jaime Rocha, O regresso de Ortov

Luís Campião, O menino da burra

Marta Freitas, Eis o Homem

Pedro Eiras, Bela Dona e outros monólogos

Ricardo Neves-Neves, A porta fechou-se e a casa era pequena

Rui Pina Coelho, Às vezes quase me acontecem coisas boas quando me ponho a falar sozinho

Tiago Rodrigues, Peça romântica para um teatro fechado

colecção terceira margem

Helder Gomes Cancela, O exercício da violência. A arte enquanto tempo

colecção mundos

Cristina Brito, A viagem seguinte

Fátima Maldonado, Lava de espera

colecção do outro lado do espelho

Gez Walsh, A borbulha no rabo. Poemas terríveis para meninos terríveis (versão portuguesa de Helder Moura Pereira)

colecção transeatlântico

Alexandre Borges, O boato. Introdução ao pessimismo

Carlos Alberto Machado, Estórias açorianas

José Pinto de Sá, Os filhos de Mussa Mbiki

Luís Carlos Patraquim, O escuro anterior

Luis Maffei, Signos de Camões

Manuel Tomás, Maroiço

Mário T Cabral, Tratados

Nuno Costa Santos, Às vezes é um insecto que faz disparar o alarme

Urbano Bettencourt, Outros nomes, outras guerras

colecção terra açoriana

Manuel Tomás, Picolândia

colecção terra açoriana | série especial

Manuel Tomás (org), Nunes da Rosa. Estudo e Antologia

FM_Lava_Espera_Capa_REV2

3 de Março de 2014

Rua de Baixo com Borbulha no Rabo

Andreia Rasga, do Rua de Baixo, escreve sobre o A BORBULHA NO RABO. POEMAS TERRÍVEIS PARA MENINOS TERRÍVEIS, de Gez Walsh, em versão portuguesa do poeta Helder Moura Pereira (Companhia das Ilhas, 2013):

Terrivelmente divertido

«Para crianças que gostam de rir, especialmente do disparatado, estes poemas são o melhor dos antídotos contra o mau tempo, a chuva e as saudades das atividades ao ar livre. Histórias do quotidiano, personagens lá de casa, bichos e aventuras, em textos cheios de ironia completamente desconcertantes.

Gez-Walsh-BorbulhaÉ impossível não folhear A borbulha no rabo (Companhia das Ilhas, 2013) sem soltar gargalhadas entre páginas. Os remates dos poemas deixam as crianças espantadas e os adultos ao rubro, rindo em conjunto, repetindo as frases e comentando as diabruras e aventuras de dezenas de figuras e momentos.

Este livro consegue ser terrivelmente divertido e completamente louco, levando um adulto a questionar: “será que devo mesmo ler isto ao meu filho?”. Contudo, partilhar estes poemas que falam de tirar macacos do nariz, dar traques, de pés malcheirosos, dos pêlos do nariz do avô, do bebé borrado, de dentaduras e arrotos, pode ser uma via divertida de mostrar o permitido e o proibido, o que é a brincar e o que é bem real.

O autor Gez Walsh usa, de uma forma ímpar, o humor para desenvolver a capacidade de comunicação das crianças, para lhes abrir limites, dissolver vergonhas e os ensinar onde estão os modelos e onde começa e acaba o politicamente correto.

A versão portuguesa resulta em pleno, graças à adaptação da autoria do poeta Helder Moura Pereira, que traduz e recria estes poemas transpondo-os perfeitamente para a nossa cultura, para a nossa realidade. Sem mazelas, sem perdas.

Neste livro não há tabus e a moral de cada um dos poemas molda-se aos olhos de quem lê. Então, folheadas as primeiras páginas, lida uma mão cheia de poemas, soltadas umas quantas gargalhadas, é impossível não chamar uma criança e ler em voz alta, espreitando sempre o ar deslumbrado com que os mais pequenos descobrem um livro com quase a mesma quantidade de poemas terríveis quantas as ideias, também terríveis, que eles próprios têm na imaginação. Tudo permitido, autorizado e partilhado com um adulto, igualmente terrível.»

1 de Março de 2014

POESIA EM MARÇO | Dia Mundial da Poesia 2014 em Coimbra

A Companhia das Ilhas vai publicar este mês de Março dois novos títulos de poesia inédita: Ranço, de Jorge Aguiar Oliveira, e Na luz inclinada, de Nuno Dempster.

Capa_Jorge_Aguiar_Oliveira_REV3Os dois livros serão apresentados em Coimbra, no dia 21 de Março, Dia Mundial da Poesia, na Livraria e Antiquário Miguel de Carvalho, sessão integrada no festival de poesia Mal Dito (de que faz parte também uma feira do livro de poesia, com participação da editora). Estão convidados todos os poetas com livros editados na Companhia das Ilhas, desde 2012: Carlos Alberto Machado, Fernando Machado Silva, Helder Moura Pereira, Inês Lourenço, Luís Carlos Patraquim, Luis Maffei, Madalena de Castro Campos, Manuel Fernando Gonçalves, Manuel Tomás, Mário T Cabral, Nuno Costa Santos, R. Lino, Rosalina Marshall e Urbano Bettencourt.

Capa_Dempster_Luz_inclinadaCarlos Alberto Machado, editor da Companhia das Ilhas, onde publicou Uma viagem romântica a Moscovo, terá, também em Coimbra, dia 28 de Março, uma sessão dedicada à sua escrita, na Mercearia de Arte Alves & Silvestre, com organização da Escola Informal de Fotografia, de Susana Paiva. A actriz  Mariana Fonseca Nunes dirá poemas do autor.

4 de Fevereiro de 2014

Borbulha e Facas na Ler de Fevereiro

Na revista Ler deste mês de Fevereiro oferecem-nos duas miniaturas simpáticas: A Borbulha no Rabo, de Gez Walsh, versão portuguesa de Helder Moura Pereira (colecção do outro lado do espelho); Facas, de Valério Romão (colecção azulcobalto).

Gez-Walsh-BorbulhaCapa_Valerio_Romao_REV3

6 de Julho de 2013

Eu depois inventei o resto

Helder Moura Pereira: Eu depois inventei o resto

por Edgard. P. Reis, blogue Ideia Subalterna

No primeiro semestre, registramos a presença do poeta português Helder Moura Pereira em dose dupla. O poeta, que estreou em companhia de (hoje) importantes nomes da literatura de seu país, num singular e distante Cartucho (1976), uma sacola, lacrada a chumbinho e cordel, com poemas amassados dentro, reaparece em dois lançamentos quase simultâneos. Em coletânea de maior fôlego, na sequência de mais de 20 livros de poesia, foi lançado Pela parte que me toca, em selo da Assírio & Alvim. Desde o volume Um raio de sol (2000), esta tem sido a chancela dos livros de HMP. Em fôlego reduzido, mas de dimensão não menos significativa, surge Eu depois inventei o resto, edição limitadíssima, sob a chancela de Companhia das ilhas, dos Açores. Em outros momentos, Helder Moura Pereira também reabasteceu suas invenções e lirismo através de pequenas edições, (CfEm cima do acontecimento em 1995).