Archive for ‘Literatura Açores’

1 de Dezembro de 2014

ONÉSIMO TEOTÓNIO ALMEIDA REGRESSA COM MINIMA AZORICA

O novo livro de Onésimo Teotónio Almeida, “Minima Azorica. O meu mundo é deste reino”, traz o escritor, ensaísta e académico de Brown, Providence, EUA, à sua terra natal, os Açores, a convite da Companhia das Ilhas, que edita o livro. Entre 8 e 11 de Dezembro, estará, pois, nas ilhas do Fail, Pico, Terceira e S. Miguel para a apresentação da sua obra.

Capa_Onesimo_REV5“Minima Azorica” é uma recolha de textos dos últimos vinte e cinco anos do autor, na sequência de “Açores, Açorianos, Açorianidade”, prolongando reflexões e abrindo espaço para outras. Os Açores estão sempre presentes na escrita ensaística de Onésimo Teotónio Almeida, emergindo de modo constante e teimoso como a vegetação que brota dos interstícios de tudo na ilha.

ONESIMO-FOTO-CONTRACAPANatural do Pico da Pedra (n. 18.12.1946), Onésimo Teotónio Almeida estudou no Seminário de Angra do Heroísmo, bacharelou-se na Universidade Católica de Lisboa. Desde 1972 nos Estados Unidos, fez mestrado e doutoramento em Filosofia na Brown University, onde é catedrático no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros (foi seu director durante doze anos), no Wayland Collegium for Liberal Learning Renaissance and Early Modern Studies da mesma universidade, leccionando cursos interdisciplinares sobre valores e história cultural e das ideias.

Além de vários livros de ensaios, tem centenas de artigos dispersos que ultimamente tem reunido em volumes temáticos: “De Marx a Darwin – a desconfiança das ideologias” (2009, Prémio Seeds of Science 2010 para Ciências Sociais e Humanidades), “O Peso do Hífen. Ensaios sobre a experiência luso-americana” (2010) e “Pessoa, Portugal e o Futuro” (2014). Publicou ainda “Utopias em Dói Menor – Conversas transatlânticas com Onésimo”, conduzidas por João Maurício Brás (Gradiva, 2012).

No género de crónica e conto, as suas mais recentes colectâneas são “Quando os Bobos Uivam” (Clube do Autor, 2013), “Aventuras de um Nabogador – Estórias em Sanduíche” (Bertrand, 2007) e “Livro-me do Desassossego” (Temas e Debates, 2006). “Onésimo. Português Sem Filtro” (Clube do Autor, 2011) é uma antologia de cinco livros esgotados.

Colaborador permanente do Jornal de Letras, é membro da Academia Internacional de Cultura Portuguesa e da Academia da Marinha e Doutor Honoris Causa pela Universidade de Aveiro.

 APRESENTAÇÕES EM DEZEMBRO, COM A PRESENÇA DO AUTOR:

# Seg. 8, 21 horas, HORTA, Auditório da Biblioteca Pública, apresentação de Vitor Rui Dores.

# Ter. 9, 20.30 horas, MADALENA DO PICO, Escola Cardeal Costa Nunes, apresentação de Manuel Tomás.

# Qua. 10, 18 horas, ANGRA DO HEROÍSMO, Auditório do Museu de Angra, apresentação de Álamo Oliveira.

# Qui. 11, 18.30 horas, PONTA DELGADA, Livraria Solmar, apresentação de Vamberto Freitas.

 MINIMA AZORICA. O meu mundo é deste reino, de Onésimo Teotónio Almeida, é a 45ª edição da Companhia das Ilhas, colecção transeatlântico # 10, série especial # 001, com 232 páginas, formato 14×22 cm, 1ª edição de Novembro de 2014, com PVP de 15 euros.

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29 de Outubro de 2014

Novo livro de Onésimo Teotónio Almeida em pré-lançamento na Solmar

Capa_Onesimo_REV5O novo livro de Onésimo Teotónio Almeida – MINIMA AZORICA. O MEU MUNDO É DESTE REINO – está a partir de hoje em pré-lançamento, em venda exclusiva na livraria Solmar, de Ponta Delgada.

O lançamento, com a presença do autor e contando com a apresentação de Vamberto Freitas, terá lugar no dia 11 de Dezembro, também na Solmar.

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A Companhia das Ilhas aceita desde já encomendas desta obra.

MINIMA AZORICA. O MEU MUNDO É DESTE REINO, Onésimo Teotónio Almeida

Edição 045 | colecção transeatlântico 012 | série especial 001

1ª edição (Novembro de 2014 – 500 exemplares)

ISBN: 978-989-8592-51-4

Formato: 14×22 cm

Páginas: 232

PVP: 15 euros.

 

20 de Outubro de 2014

OUTONO COMPANHIA DAS ILHAS

Em SETEMBRO, saímos com POESIA, UM DIA, livro que reúne poemas de Carlos Alberto Machado, Hélia Correia, Jaime Rocha, José Mário Silva, Margarida Vale de Gato e Miguel-Manso, criados durante as residências de escrita POESIA, UM DIA, da Biblioteca Municipal José Baptista Martins, de Vila Velha de Ródão.
Também neste mês oferecemos espaço à reflexão com CONJUNTO HOMEM, do jovem cientista (Instituto Albert Einstein, Suíça) e performer Jácome Armas: com recurso a ferramentas da ciência e da lógica formal, uma crítica às formas totalizantes de pensar o mundo.
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JACOME_Capa_REV1Já neste mês de OUTUBRO, demos corpo a um novo projecto literário açoriano: a revista TRANSEATLÂNTICO que, como diz o seu director, Nuno Costa Santos, «quer incentivar a escrever, de modo ficcional ou ensaístico, sobre o que são os Açores hoje – nas suas novas entranhas. Nas suas personagens, nas suas tensões biográficas, nos seus sonhos e ilusões, nos seus conflitos e acidentes. Mas também nos seus costumes, nos seus pequenos hábitos e nas suas expressões verbais.» Participam neste número zero: Alexandre Borges, Bianca M, João Pedro Porto, Joel Neto, Leonardo, Luís Rego, Maria das Mercês Vasconcelos Pacheco, Mariana Matos, Mário T Cabral, Paula de Sousa Lima, Renata Correia Botelho, Rogério Sousa e Rui Jorge Cabral. A Leonor Sampaio cabe a apresentação. Daniel de Sá (1944-2013) é entrevistado por Nuno Costa Santos. Duarte Belo colabora com um portfolio fotográfico. Miguel Real é o escritor convidado. Vasco Medeiros Rosa apresenta Dispersos, de Vitorino Nemésio. Próximas apresentações: LISBOA, dia 3 de Novembro, na livraria FERIN; HORTA, 10 de Novembro, ANGRA DO HEROÍSMO, 11 de Novembro.
TA0_Capa_FinalNo dia 25 de Outubro, no TEATRO MERIDIONAL, em LISBOA, será apresentado o número 8 da colecção AZULCOBALTO | TEATRO, com dois textos: PARKING, de Jorge Palinhos, e DESMATERIALIZAÇÃO, de Tiago Patrício. Estas duas peças foram elaboradas no âmbito do Laboratório de Dramaturgia do Meridional. É uma co-edição Companhia das Ilhas/Teatro Meridional/ Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
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Três obras marcam, de modos diferentes, o mês de NOVEMBRO. Em A MORTE DOS OUTROS reúnem-se finalmente em livro prosas dispersas que o poeta Paulo da Costa Domingos publicou nos anos 80-90 na imprensa periódica, sob a ideia estilística genérica de “apócrifos”, exercício literário em que, com a necessária humildade e sem ilusões, são imitados autores como Vincent Van Gogh, Andrei Tarkovskii, Arsenii Tarkovskii, Jorge Luis Borges, Mikahil Bakunine, Carlos de Oliveira e Vitorino Nemésio. Ou talvez não… Será apresentada em LISBOA, na 2ª quinzena de Novembro.

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Em TEATRO REUNIDO (2000-2010), de Carlos Alberto Machado, juntam-se 13 peças de diferentes matizes. Algumas delas foram encenadas, quer pelo próprio autor (AQUITANTA e RESTOS. INTERIORES), quer por companhias profissionais e agrupamentos de amadores: Teatro o bando, Companhia de Teatro de Almada, CITAC ou Passagem de Nível, entre outros. O volume será apresentado na segunda quinzena de Novembro, em LISBOA, ÉVORA, COIMBRA e PORTO, assinalando os 60 anos do dramaturgo.

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De Onésimo Teotónio Almeida, professor catedrático na Brown University (Providence, Rhode Island, EUA), autor de uma extensa obra ensaística e ficcional, publicamos MINIMA AZORICA. O MEU REINO É DESTE MUNDO: uma recolha de textos dos últimos vinte e cinco anos, na sequência de AÇORES, AÇORIANOS, AÇORIANIDADE (1989) prolongando reflexões e abrindo espaço para outras. A obra será apresentada pelo autor e convidados em 4 ilhas do arquipélago dos Açores, em DEZEMBRO – FAIAL (a 8), PICO (a 9), TERCEIRA (a 10) e S. MIGUEL (a 11) –, entre 8 e 11 de Dezembro próximo. Em LISBOA, no próximo ano (6 de FEVEREIRO).

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16 de Outubro de 2014

HG Cancela lê Conjunto Homem, de Jácome Armas

JACOME_Capa_REV1« Carta 1 Da Natureza para o Homem

Caro Homem, disse a Natureza, sabias que o teu maior erro foi teres inventado o espelho?

(E o Homem sentiu-se estúpido: não sabia.)

Mas não, disse a natureza.

(E o homem sentiu-se ainda mais estúpido: tinha sido enganado.)

Então a Natureza disse: O teu maior erro foi teres coberto o Mundo com espelhos. Agora, sem te aperceberes, sempre que olhas pela janela e tentas pintar o que vês, acabas por pintar-te a ti próprio. No fim, ainda levantas o quadro e dizes: O Mundo.

(O Homem ouviu, calou-se e saiu convencido de que ia provar à Natureza que era capaz de ver o mundo e todas as suas cores.)

(Até hoje o Homem falhou.)» 1

Olhar para o mundo nunca consiste numa relação neutra de apreensão. Para ver não basta abrir os olhos, para compreender não basta traduzir essa percepção para uma representação consciente. O ver está já condicionado pela representação e esta nunca é alheia à experiência do objecto. Os condicionamentos implicam-se e multiplicam-se, numa relação que não é estritamente cumulativa ou linear.

Pretender possível que a experiência humana tenha um acesso luminoso ao mundo na sua essência seria negar a própria ideia de cultura.Enquanto cultura, a experiência dá tanto a ver quanto deturpa para que o visível caiba dentro da percepção, das linguagens e das representações.

Esta relação entre a representação e o real surge como o problema central do livro Conjunto Homem de Jácome Armas (nascido em 1985, especializado em física teórica). É um livro híbrido e inquieto: nem ensaio nem poesia, mas um espaço problemático onde os temas são tratados com a liberdade de pensamento e de experimentação que ambos proporcionam.

No plano temático, a sua principal virtude é não reduzir o problema ao binómio representação/objecto, mas mostrar que ele implica um terceiro termo: o sujeito, o ser humano, entendido como sentimento e espaço de experiência representacional.

Neste sentido, perguntar pelo mundo é perguntar pelo homem e pelas suas linguagens, do mesmo modo que perguntar pelo homem significará inevitavelmente perguntar pelo mundo no qual se inscreve e com o qual interage. Interrogar a razão será desembocar no sentimento, interrogar o sentimento será desembocar nos limites da representação e da própria ideia de verdade. Perguntar pelo objecto é interrogar o sujeito, interrogar o sujeito é deparar-se com o objecto:

«Proposição 15 As janelas da tua casa são transparentes.

(De fora, o Mundo pode olhar para dentro e ver o estado da tua casa. Não tão bem quanto tu: a casa é grande e o alcnce do Mundo também tem limites. Àquilo que tu chamarias Sentimento o Mundo chamaria humor.)

Þ As entradas dos sentidos são duplas: se vês o Mundo o Mundo também te vê a ti e, claro, vês-te a ti próprio.» 2

O livro, de tom aforístico, é um trabalho de interrogação sobre a própria linguagem. Embora se estruture segundo o esquema aparentemente lógico de um encadeamento argumentativo (Definição, Proposição, Conjectura, Exemplo, etc.), ele subverte de facto a linearidade do discurso dedutivo, afirmando uma arbitrariedade lógica só acessível ao discurso da poesia:

«Lema 14 O humor nunca desaparece.

(Mesmo que feches todas as janelas o mundo vê sempre uma paisagem: as janelas fechadas.)» 3

Dedicado, entre outros, a Gonçalo M. Tavares e Wittgenstein (e assumindo com isso as dívidas e as influências), o livro adopta a dimensão de uma pesquisa que a si mesmo recusa as condições de verificabilidade. Tratar-se-á mais de construir os problemas do que de enunciar respostas, ou de não enunciar outras respostas que não aquelas que possam elas mesmas ser sujeitas à dúvida e à revogação.

Diferente será a questão de saber qual o critério de verdade (ou de qualidade, assumindo a preponderância do discurso literário no livro) a partir do qual a validade da teses é susceptível de ser avaliada. O género ensaio tem sempre como critério implícito de verdade a argumentabilidade das teses, a garantia de que elas sejam contra-argumentáveis. A literatura pode prescindir da argumentabilidade, acolhendo a possibilidade da aporia ou da contradição interna. Talvez resida aqui um dos principais méritos deste livro de Jácome Armas: ele escapa-se e questiona os critérios e a autoridade de ambos os registos.

  1. Jácome Armas, Conjunto Homem, (ilustrações de Pedro Solá), Companhia das Ilhas, (56 p.), p. 11.
  1. p. 42.
  2. p. 42.

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16 de Outubro de 2014

Plano Regional de Leitura dos Açores com 7 obras da Companhia das Ilhas

O Plano Regional de Leitura da Região Autónoma dos Açores actualizou a sua lista de Livros Recomendados (2014-2015), onde se incluem 7 obras da Companhia das Ilhas:

 Alexandre Borges, O Boato. Introdução ao pessimismo

Secundário – Sugestão de leitura

O BOATO. INTRODUÇÃO AO PESSIMISMO, Alexandre Borges colecção transeatlântico 009 | aforismos 64páginas | ISBN 978-989-8592-30-9 | 1ª edição – Setembro de 2013 | PVP: 6,95 euros

Carlos Alberto Machado, Estórias Açorianas

3º Ciclo – Leitura autónoma

Capa_Carlos-Alberto-Machado_Estorias_bxFátima Maldonado, Lava de espera

Secundário – Sugestão de leitura

FM_Lava_Espera_Capa_REV2Gez Walsh, A Borbulha no Rabo – Poemas terríveis para meninos terríveis, versão portuguesa de Helder Moura Pereira

1º e 2º Ciclos – Leitura orientada

Gez-Walsh-BorbulhaManuel Tomás (dir.), Nunes da Rosa. Estudo e Antologia

3º Ciclo – Leitura autónoma / Leitura orientada

Manuel-Tomas-Nunes da Rosa-978-989-8592-27-9Nuno Dempster, Na luz inclinada

Secundário – Sugestão de leitura

Capa_Dempster_Luz_inclinadaUrbano Bettencourt, Outros nomes, outras guerras

Secundário – Sugestão de leitura

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10 de Outubro de 2014

RTP-AÇORES e a transeatlântico

RTP-AÇORES e a transeatlântico

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19 de Setembro de 2014

transeatlântico :: escrever hoje nos açores

Uma nova revista literária açoriana será apresentada ao público ainda este mês de Setembro: a transeatlântico, dirigida por Nuno Costa Santos – propriedade e edição da Companhia das Ilhas. O lançamento terá lugar no Instituto Cultural de Ponta Delgada, pelas 18 horas de Domingo 28, com a participação do director, editor e autores participantes.

transeatlantico_f01Esta transeatlântico é um momento importante no projecto editorial da Companhia das Ilhas. Recorde-se que do catálogo da Companhia das Ilhas, com actividade iniciada em Maio de 2012, constam obras de autores açorianos como Urbano Bettencourt, Nuno Costa Santos, Jácome Armas, Mário Cabral, Alexandre Borges, Manuel Tomás, Nuno Dempster e Nunes da Rosa, ou de temáticas açorianas, como as de Carlos Alberto Machado ou Fátima Maldonado. Em Dezembro, será lançado novo livro de Onésimo Teotónio Almeida (Minima Azorica).

Diz Nuno Costa Santos neste número zero da transeatlântico: «Esta é uma revista que quer incentivar a escrever, de modo ficcional ou ensaístico, sobre o que são os Açores hoje – nas suas novas entranhas. Nas suas personagens, nas suas tensões biográficas, nos seus sonhos e ilusões, nos seus conflitos e acidentes. Mas também nos seus costumes, nos seus pequenos hábitos e nas suas expressões verbais.»

convite_transeatlantico_fb_feedNeste número inaugural da transeatlântico participam: Alexandre Borges, Bianca M, João Pedro Porto, Joel Neto, Leonardo, Luís Rego, Maria das Mercês Pacheco, Mariana Matos, Mário T Cabral, Paula de Sousa Lima, Renata Correia Botelho, Rogério Sousa e Rui Jorge Cabral. A revista tem apresentação de Leonor Sampaio; Nuno Costa Santos publica uma entrevista ao escritor açoriano Daniel de Sá (1944-2013); Miguel Real participa como escritor convidado e Vasco Medeiros Rosa apresenta um breve texto, pouco conhecido, de Vitorino Nemésio. O portfolio é da autoria de Duarte Belo, com fotografias de grotas dos Açores.

A transeatlântico tem periodicidade anual. Este número zero tem 112 páginas, em formato 14×22 cm. e 10 euros é o preço de venda ao público. Conta com distribuição regional e nacional.

 

21 de Abril de 2014

Lava de Espera – Livro do Dia TSF (14 de Abril de 2014)

Lava de Espera: Livro do Dia TSF (14 de Abril de 2014)

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20 de Abril de 2014

Dois anos de livros

No dia 5 de Maio de 2012, a Companhia das Ilha iniciou a sua actividade editorial, com a publicação do livro de contos de António Cabrita «Fica a dever-me uma noite de arromba», na colecção azulcobalto. Seguiram-se mais 36 títulos.

Para assinalar a data, a Companhia das Ilhas oferece aos seus leitores 40% de desconto em todos os livros adquiridos no dia 5 de Maio, através da sua loja on-line – e oferece os portes para todo o território português.

Capa António Cabrita.inddcolecção azulcobalto

António Cabrita, Ficas a dever-me uma noite de arromba

Carlos Alberto Machado, Uma viagem romântica a Moscovo

Fernando Machado Silva, Passageiros clandestinos

Helder Moura Pereira, Eu depois inventei o resto

Inês Lourenço, Ephemeras

João Paulo Cotrim, A minha gata

Jorge Aguiar Oliveira, Ranço

José Ricardo Nunes, Confissões

Madalena de Castro Campos, O fardo do homem branco

Manuel Fernando Gonçalves, A matriz e o canto oposto

Nuno Dempster, Na luz inclinada

Nuno Dempster, O papel de prata, o reflexo e outros contos pelo meio

R. Lino, Baixo-Relevo

Rosalina Marshall, Manucure

Valério Romão, Facas

colecção azulcobalto | teatro

Jaime Rocha, O regresso de Ortov

Luís Campião, O menino da burra

Marta Freitas, Eis o Homem

Pedro Eiras, Bela Dona e outros monólogos

Ricardo Neves-Neves, A porta fechou-se e a casa era pequena

Rui Pina Coelho, Às vezes quase me acontecem coisas boas quando me ponho a falar sozinho

Tiago Rodrigues, Peça romântica para um teatro fechado

colecção terceira margem

Helder Gomes Cancela, O exercício da violência. A arte enquanto tempo

colecção mundos

Cristina Brito, A viagem seguinte

Fátima Maldonado, Lava de espera

colecção do outro lado do espelho

Gez Walsh, A borbulha no rabo. Poemas terríveis para meninos terríveis (versão portuguesa de Helder Moura Pereira)

colecção transeatlântico

Alexandre Borges, O boato. Introdução ao pessimismo

Carlos Alberto Machado, Estórias açorianas

José Pinto de Sá, Os filhos de Mussa Mbiki

Luís Carlos Patraquim, O escuro anterior

Luis Maffei, Signos de Camões

Manuel Tomás, Maroiço

Mário T Cabral, Tratados

Nuno Costa Santos, Às vezes é um insecto que faz disparar o alarme

Urbano Bettencourt, Outros nomes, outras guerras

colecção terra açoriana

Manuel Tomás, Picolândia

colecção terra açoriana | série especial

Manuel Tomás (org), Nunes da Rosa. Estudo e Antologia

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4 de Outubro de 2013

Luís Osório e O Boato, de Alexandre Borges

Um dia que quase parece de uma outra vida, há mais de dez anos, três universitários apresentaram-me um projecto de televisão. Creio que era sobre o conflito de gerações, o que não me aqueceu ou arrefeceu – porém, a conversa que deveria acabar em 15 minutos durou até hoje. Nasceu uma amizade com cada um deles: Miguel Romão, Nuno Costa Santos e Luís Filipe Borges.

Estava obcecado com uma ideia, um projecto de televisão onde coubessem todos os programas do mundo e que mudasse os canais pelo espectador. Ao fim de três frases percebi que fariam parte da equipa, tinham o rasgo e a convicção de que o mundo pode ser mudado. Daquele encontro, de que pouco ou nada esperava, nasceu uma amizade e um projecto a que demos o nome de Zapping. A eles se juntou, entre outros, Alexandre Borges, irmão mais novo do Luís que, açoriano de Angra do Heroísmo, acabara de aportar a Lisboa para iniciar o seu curso de Filosofia. É dele que vos quero contar.

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27 de Julho de 2013

Maroiço, de Manuel Tomás, na coluna de Nicolau Santos

manuel tomas-expresso_nicolau santos 20130727Expresso/Economia, coluna de Nicolau Santos, 27 de Julho de 2013

 

26 de Julho de 2013

Nunes da Rosa

A Companhia das Ilhas acaba de editar uma obra fundamental para o conhecimento da cultura e da literatura dos Açores: NUNES DA ROSA. ESTUDO E ANTOLOGIA, com selecção de textos e organização de Manuel Tomás

NUNES DA ROSA

Número 1 da Série Especial da colecção Terra Açoriana (320 páginas, 18 euros)

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30 de Junho de 2013

Urbano Bettencourt ou a demanda poética

“aqui o homem ergue
uma ilha e olha
as palavras cercadas de cal
até onde o olhar se afoga”. (pág. 23)

Neste “mui penoso e perigoso ofício de criticar” – conforme nos diz D. Francisco Manuel de Melo, no seu incontornável “Hospital das Letras” – persisto e insisto em falar de livros de autores nossos. E já ando nisto há quase 40 anos…
Desta vez trago à baila um poeta que, de furtivo em furtivo livro, reabilita a palavra poética e o sentido mágico do poema: Urbano Bettencourt, cavaleiro andante por amor à literatura, açoriano que vive entre a ilha e a viagem, e de quem acaba de ser lançado um livrinho (de bolso) imperdível: Outros nomes outras guerras – Antologia (Companhia das Ilhas, 2013). Trata-se de uma seleção de poemas que o autor resgatou de outros livros seus, e a que acrescentou cinco inéditos.
Atente-se, para já, no título do livro. Nomear é criar a realidade do que se diz, pois todo o ato verbal, imaginário ou real, possui um significado e a palavra encerra sempre uma carga significativa. Neste livro, o poeta revisita lugares, (de antologia é o poema “Angra”, págs. 41-43), acontecimentos, coisas e pessoas que povoam o seu imaginário, isto é, tudo aquilo que lhe ficou suspenso na (telúrica) memória. A poesia fala da experiência de quem a escreve e, por isso, é tanto mais importante quanto mais se confunde com a vida. E há, em Urbano Bettencourt, uma íntima ligação entre a vida e a escrita, ou seja, mistura de vida vivida e sentida, com (re)invenção e (re)elaboração do real.
Encontramos ainda, nos poemas de Urbano, uma conceção estética universalizante: o poeta decifra o enigma dos dias e viaja da ilha para o mundo, funcionando a ilha como uma alegoria ou uma metáfora do mundo.

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10 de Abril de 2013

Às vezes é um insecto que faz disparar o alarme

Capa_Nuno-Costa-Santos_As vezes e um insecto_bxÀs vezes é um insecto que faz disparar o alarme, um poema de Nuno Costa Santos, do livro com o mesmo nome, editado pela Companhia das Ilhas, foi escolhido para integrar a antologia Resumo – a poesia em 2012, obra com poemas escolhidos pelos poetas Armando Silva Carvalho, José Alberto Oliveira  e Manuel de Freitas, e pelo jornalista Luís Miguel Queirós (edição Documenta/FNAC).

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1 de Abril de 2013

Sobre o Insecto

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