Archive for Outubro, 2014

29 de Outubro de 2014

Novo livro de Onésimo Teotónio Almeida em pré-lançamento na Solmar

Capa_Onesimo_REV5O novo livro de Onésimo Teotónio Almeida – MINIMA AZORICA. O MEU MUNDO É DESTE REINO – está a partir de hoje em pré-lançamento, em venda exclusiva na livraria Solmar, de Ponta Delgada.

O lançamento, com a presença do autor e contando com a apresentação de Vamberto Freitas, terá lugar no dia 11 de Dezembro, também na Solmar.

ONESIMO-FOTO-CONTRACAPA

A Companhia das Ilhas aceita desde já encomendas desta obra.

MINIMA AZORICA. O MEU MUNDO É DESTE REINO, Onésimo Teotónio Almeida

Edição 045 | colecção transeatlântico 012 | série especial 001

1ª edição (Novembro de 2014 – 500 exemplares)

ISBN: 978-989-8592-51-4

Formato: 14×22 cm

Páginas: 232

PVP: 15 euros.

 

27 de Outubro de 2014

Escrever nos Açores hoje, com Nuno Costa Santos

convite ferin

27 de Outubro de 2014

A viagem seguinte no colombo fnac

Inês Carvalho falou do livro de Cristina Brito A VIAGEM SEGUINTE (colecção mundos, edição de Maio de 2014), na FNAC-Colombo, com a participação do editor, Carlos Alberto Machado. Foi no final da tarde de 24 de Outubro, com sala cheia e livros esgotados na hora. Agradecemos a todos.

Cristina Brito fnac 24-10-2014

20 de Outubro de 2014

OUTONO COMPANHIA DAS ILHAS

Em SETEMBRO, saímos com POESIA, UM DIA, livro que reúne poemas de Carlos Alberto Machado, Hélia Correia, Jaime Rocha, José Mário Silva, Margarida Vale de Gato e Miguel-Manso, criados durante as residências de escrita POESIA, UM DIA, da Biblioteca Municipal José Baptista Martins, de Vila Velha de Ródão.
Também neste mês oferecemos espaço à reflexão com CONJUNTO HOMEM, do jovem cientista (Instituto Albert Einstein, Suíça) e performer Jácome Armas: com recurso a ferramentas da ciência e da lógica formal, uma crítica às formas totalizantes de pensar o mundo.
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JACOME_Capa_REV1Já neste mês de OUTUBRO, demos corpo a um novo projecto literário açoriano: a revista TRANSEATLÂNTICO que, como diz o seu director, Nuno Costa Santos, «quer incentivar a escrever, de modo ficcional ou ensaístico, sobre o que são os Açores hoje – nas suas novas entranhas. Nas suas personagens, nas suas tensões biográficas, nos seus sonhos e ilusões, nos seus conflitos e acidentes. Mas também nos seus costumes, nos seus pequenos hábitos e nas suas expressões verbais.» Participam neste número zero: Alexandre Borges, Bianca M, João Pedro Porto, Joel Neto, Leonardo, Luís Rego, Maria das Mercês Vasconcelos Pacheco, Mariana Matos, Mário T Cabral, Paula de Sousa Lima, Renata Correia Botelho, Rogério Sousa e Rui Jorge Cabral. A Leonor Sampaio cabe a apresentação. Daniel de Sá (1944-2013) é entrevistado por Nuno Costa Santos. Duarte Belo colabora com um portfolio fotográfico. Miguel Real é o escritor convidado. Vasco Medeiros Rosa apresenta Dispersos, de Vitorino Nemésio. Próximas apresentações: LISBOA, dia 3 de Novembro, na livraria FERIN; HORTA, 10 de Novembro, ANGRA DO HEROÍSMO, 11 de Novembro.
TA0_Capa_FinalNo dia 25 de Outubro, no TEATRO MERIDIONAL, em LISBOA, será apresentado o número 8 da colecção AZULCOBALTO | TEATRO, com dois textos: PARKING, de Jorge Palinhos, e DESMATERIALIZAÇÃO, de Tiago Patrício. Estas duas peças foram elaboradas no âmbito do Laboratório de Dramaturgia do Meridional. É uma co-edição Companhia das Ilhas/Teatro Meridional/ Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
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Três obras marcam, de modos diferentes, o mês de NOVEMBRO. Em A MORTE DOS OUTROS reúnem-se finalmente em livro prosas dispersas que o poeta Paulo da Costa Domingos publicou nos anos 80-90 na imprensa periódica, sob a ideia estilística genérica de “apócrifos”, exercício literário em que, com a necessária humildade e sem ilusões, são imitados autores como Vincent Van Gogh, Andrei Tarkovskii, Arsenii Tarkovskii, Jorge Luis Borges, Mikahil Bakunine, Carlos de Oliveira e Vitorino Nemésio. Ou talvez não… Será apresentada em LISBOA, na 2ª quinzena de Novembro.

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Em TEATRO REUNIDO (2000-2010), de Carlos Alberto Machado, juntam-se 13 peças de diferentes matizes. Algumas delas foram encenadas, quer pelo próprio autor (AQUITANTA e RESTOS. INTERIORES), quer por companhias profissionais e agrupamentos de amadores: Teatro o bando, Companhia de Teatro de Almada, CITAC ou Passagem de Nível, entre outros. O volume será apresentado na segunda quinzena de Novembro, em LISBOA, ÉVORA, COIMBRA e PORTO, assinalando os 60 anos do dramaturgo.

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De Onésimo Teotónio Almeida, professor catedrático na Brown University (Providence, Rhode Island, EUA), autor de uma extensa obra ensaística e ficcional, publicamos MINIMA AZORICA. O MEU REINO É DESTE MUNDO: uma recolha de textos dos últimos vinte e cinco anos, na sequência de AÇORES, AÇORIANOS, AÇORIANIDADE (1989) prolongando reflexões e abrindo espaço para outras. A obra será apresentada pelo autor e convidados em 4 ilhas do arquipélago dos Açores, em DEZEMBRO – FAIAL (a 8), PICO (a 9), TERCEIRA (a 10) e S. MIGUEL (a 11) –, entre 8 e 11 de Dezembro próximo. Em LISBOA, no próximo ano (6 de FEVEREIRO).

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16 de Outubro de 2014

O Menino da Burra lido em Coimbra

A Mercearia de Arte inicia um Clube de Leitura de Texto Teatral, a 7 de Novembro, pelas 21h30, com o propósito de desenvolver a discussão em torno de textos teatrais, estimulando o gosto e o hábito de leitura de peças de teatro

Feira livro autor mercearia artes 2014Nesta primeira sessão a escolha recai sobre o texto “O Menino da Burra”, de Luís Campião, editado pela Companhia das Ilhas, sobre o qual apresentaremos ainda a 8 de Novembro, pelas 18 horas, o projecto fotográfico “Mal do Mundo”, da autoria de Hugo Costa Marques, num projecto editorial OffScene.

Esperamos que a afluência desta primeira sessão, inserida na Feira do Livro de Autor, permita uma continuidade deste Clube de Leitura com sessões regulares, onde serão debatidos os mais diversos temas, recaindo a escolha sobretudo em autores contemporâneos, aproximando o leitor do texto, identificando-o potencialmente com o tema abordado.

Capa Luis_Campiao_menino_burra_REV3O Menino da Burra, de Luís Campião

Colecção azulcobalto | teatro 006

Formato: 11×15 cm

48 páginas

ISBN: 978-989-8592-41-5

1ª edição: Março de 2014

PVP: 6,45 euros

 

Excerto

Chamavam ao meu pai “o menino da burra”.

Foi ele quem construiu esta taberna.

Por isso é que chamam a isto a taberna do menino da

burra.

Mas isto foi depois.

Foi depois da guerra.

Antes, quando o meu pai ouvia “lá vai o menino da

burra”,

saltava de onde estava e desatava ao soco.

Aprendi a dar socos com o meu pai.

“Não há nenhuma arma que substitua um bom soco!”

Era o que ele me dizia.

E sempre que ouvia “lá vai o menino da burra”,

saía-lhe um gancho de direita,

para desfazer a boca a quem quer que lhe chamasse

menino da burra.

E se não fosse certeiro o gancho com a direita,

ele era logo outro com a esquerda.

Aquilo não era coragem.

Aquilo era suicídio.

O meu pai era uma arma.

Levava porrada como um herói.

(…)

“O menino da burra” de Luís Campião é um texto de uma delicadeza, inteligência e sensibilidade extraordinárias. O relato animado do empregado de balcão da taberna “o menino da burra”, dirigido a um pretenso freguês, sobre uma aguardente “capaz de levantar os mortos”, é o motivo suficiente para evocar um país e um tempo já idos: o Portugal do Estado Novo e da guerra colonial, da pobreza e da ruralidade, da violência e da ingenuidade. E é também um lembrete de que por detrás dos gestos mais poéticos se pode esconder a mais sórdida crueldade.”

Rui Pina Coelho

16 de Outubro de 2014

Livro do Dia TSF: transeatlântico

Livro do Dia TSF: transeatlântico

(2014.10.16)

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16 de Outubro de 2014

HG Cancela lê Conjunto Homem, de Jácome Armas

JACOME_Capa_REV1« Carta 1 Da Natureza para o Homem

Caro Homem, disse a Natureza, sabias que o teu maior erro foi teres inventado o espelho?

(E o Homem sentiu-se estúpido: não sabia.)

Mas não, disse a natureza.

(E o homem sentiu-se ainda mais estúpido: tinha sido enganado.)

Então a Natureza disse: O teu maior erro foi teres coberto o Mundo com espelhos. Agora, sem te aperceberes, sempre que olhas pela janela e tentas pintar o que vês, acabas por pintar-te a ti próprio. No fim, ainda levantas o quadro e dizes: O Mundo.

(O Homem ouviu, calou-se e saiu convencido de que ia provar à Natureza que era capaz de ver o mundo e todas as suas cores.)

(Até hoje o Homem falhou.)» 1

Olhar para o mundo nunca consiste numa relação neutra de apreensão. Para ver não basta abrir os olhos, para compreender não basta traduzir essa percepção para uma representação consciente. O ver está já condicionado pela representação e esta nunca é alheia à experiência do objecto. Os condicionamentos implicam-se e multiplicam-se, numa relação que não é estritamente cumulativa ou linear.

Pretender possível que a experiência humana tenha um acesso luminoso ao mundo na sua essência seria negar a própria ideia de cultura.Enquanto cultura, a experiência dá tanto a ver quanto deturpa para que o visível caiba dentro da percepção, das linguagens e das representações.

Esta relação entre a representação e o real surge como o problema central do livro Conjunto Homem de Jácome Armas (nascido em 1985, especializado em física teórica). É um livro híbrido e inquieto: nem ensaio nem poesia, mas um espaço problemático onde os temas são tratados com a liberdade de pensamento e de experimentação que ambos proporcionam.

No plano temático, a sua principal virtude é não reduzir o problema ao binómio representação/objecto, mas mostrar que ele implica um terceiro termo: o sujeito, o ser humano, entendido como sentimento e espaço de experiência representacional.

Neste sentido, perguntar pelo mundo é perguntar pelo homem e pelas suas linguagens, do mesmo modo que perguntar pelo homem significará inevitavelmente perguntar pelo mundo no qual se inscreve e com o qual interage. Interrogar a razão será desembocar no sentimento, interrogar o sentimento será desembocar nos limites da representação e da própria ideia de verdade. Perguntar pelo objecto é interrogar o sujeito, interrogar o sujeito é deparar-se com o objecto:

«Proposição 15 As janelas da tua casa são transparentes.

(De fora, o Mundo pode olhar para dentro e ver o estado da tua casa. Não tão bem quanto tu: a casa é grande e o alcnce do Mundo também tem limites. Àquilo que tu chamarias Sentimento o Mundo chamaria humor.)

Þ As entradas dos sentidos são duplas: se vês o Mundo o Mundo também te vê a ti e, claro, vês-te a ti próprio.» 2

O livro, de tom aforístico, é um trabalho de interrogação sobre a própria linguagem. Embora se estruture segundo o esquema aparentemente lógico de um encadeamento argumentativo (Definição, Proposição, Conjectura, Exemplo, etc.), ele subverte de facto a linearidade do discurso dedutivo, afirmando uma arbitrariedade lógica só acessível ao discurso da poesia:

«Lema 14 O humor nunca desaparece.

(Mesmo que feches todas as janelas o mundo vê sempre uma paisagem: as janelas fechadas.)» 3

Dedicado, entre outros, a Gonçalo M. Tavares e Wittgenstein (e assumindo com isso as dívidas e as influências), o livro adopta a dimensão de uma pesquisa que a si mesmo recusa as condições de verificabilidade. Tratar-se-á mais de construir os problemas do que de enunciar respostas, ou de não enunciar outras respostas que não aquelas que possam elas mesmas ser sujeitas à dúvida e à revogação.

Diferente será a questão de saber qual o critério de verdade (ou de qualidade, assumindo a preponderância do discurso literário no livro) a partir do qual a validade da teses é susceptível de ser avaliada. O género ensaio tem sempre como critério implícito de verdade a argumentabilidade das teses, a garantia de que elas sejam contra-argumentáveis. A literatura pode prescindir da argumentabilidade, acolhendo a possibilidade da aporia ou da contradição interna. Talvez resida aqui um dos principais méritos deste livro de Jácome Armas: ele escapa-se e questiona os critérios e a autoridade de ambos os registos.

  1. Jácome Armas, Conjunto Homem, (ilustrações de Pedro Solá), Companhia das Ilhas, (56 p.), p. 11.
  1. p. 42.
  2. p. 42.

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16 de Outubro de 2014

Plano Regional de Leitura dos Açores com 7 obras da Companhia das Ilhas

O Plano Regional de Leitura da Região Autónoma dos Açores actualizou a sua lista de Livros Recomendados (2014-2015), onde se incluem 7 obras da Companhia das Ilhas:

 Alexandre Borges, O Boato. Introdução ao pessimismo

Secundário – Sugestão de leitura

O BOATO. INTRODUÇÃO AO PESSIMISMO, Alexandre Borges colecção transeatlântico 009 | aforismos 64páginas | ISBN 978-989-8592-30-9 | 1ª edição – Setembro de 2013 | PVP: 6,95 euros

Carlos Alberto Machado, Estórias Açorianas

3º Ciclo – Leitura autónoma

Capa_Carlos-Alberto-Machado_Estorias_bxFátima Maldonado, Lava de espera

Secundário – Sugestão de leitura

FM_Lava_Espera_Capa_REV2Gez Walsh, A Borbulha no Rabo – Poemas terríveis para meninos terríveis, versão portuguesa de Helder Moura Pereira

1º e 2º Ciclos – Leitura orientada

Gez-Walsh-BorbulhaManuel Tomás (dir.), Nunes da Rosa. Estudo e Antologia

3º Ciclo – Leitura autónoma / Leitura orientada

Manuel-Tomas-Nunes da Rosa-978-989-8592-27-9Nuno Dempster, Na luz inclinada

Secundário – Sugestão de leitura

Capa_Dempster_Luz_inclinadaUrbano Bettencourt, Outros nomes, outras guerras

Secundário – Sugestão de leitura

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16 de Outubro de 2014

Colombo e a viagem seguinte

A Companhia das Ilhas apresenta o livro A Viagem Seguinte, de Cristina Brito, na FNAC-Colombo, Lisboa, dia 24 de Outubro, pelas 18H30.

Apresentação de Inês Carvalho.
Presença da autora e dos editores.

Cristina Brito

Cristina Brito

CRISTINA BRITO
Lisboa, 1975. É investigadora, Doutorada em História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa pela Universidade Nova de
Lisboa, Mestre em Etologia e Licenciada em Biologia. Além da escrita de livros e de inúmeros artigos científicos, publicou em 2011 a colectânea de
contos Vultos de Pedra (Escola de Mar). «A Viagem Seguinte» é o seu primeiro título na Companhia das Ilhas (Maio de 2014).

A VIAGEM SEGUINTE
«Cristina Brito viaja por si própria e nos espaços por onde tem andado a desejar “A viagem seguinte”. Neste seu livro navega pelo mar “o princípio de tudo” com diversas escalas pela África insular de São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, em tempos e circunstâncias diversas, desenhando um gráfico descontínuo de emoções e pensamentos telúricos (por certo uma bióloga agarra-se à matéria que a envolve), frequentemente poéticos, pois que “a sua ligação visceral ao mundo verde, ao mar azul e ao soco insuportável de calor húmido e animal” proporciona-lhe o ambiente adequado à singular e original forma como se exprime. Enquanto a Cristina, entre Lisboa e São Tomé, sentada “numa esplanada a olhar o rio”, terminou este livro e se “prepara para a viagem seguinte”, também nós, nas margens do Tejo, ouvimos “as vozes familiares de todos os antepassados que já tivemos”.» [Armando Taborda]

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12 de Outubro de 2014

Teatro escrito no Meridional

No Sábado 25 deste mês de Outubro, pelas 18 horas, no Teatro Meridional, em Lisboa, apresentação do volume com as peças PARKING, Jorge Palinhos, e DESMATERIALIZAÇÃO, de Tiago Patrício (colecção azulcobalto | teatro 008).

O Teatro Meridional e o Centro de Estudos de Teatro da Universidade de Lisboa organizaram em 2013 o 1º Laboratório de Dramaturgia. A partir de uma proposta de cenário de Fernando Ribeiro, um painel constituído por Maria Helena Serôdio, Maria João Brilhante, Rui Pina Coelho, Ricardo Neves Neves e Natália Luiza selecionou um conjunto de propostas de escrita teatral. Os textos de Jorge Palinhos e de Tiago Patrício resultam deste Laboratório.

Fernando Ribeiro

Fernando Ribeiro

FERNANDO RIBEIRO
Nasceu em Lisboa, em 1976. Concluiu o Bacharelato em Realização Plástica do Espectáculo (1998) e a Licenciatura em Design de Cena (2008) na E. S. Teatro e Cinema de Lisboa. Concluiu igualmente o curso de Pintura da Sociedade Nacional de Belas-Artes de Lisboa e o curso de Ilustração da Fundação Calouste Gulbenkian. Na área do teatro, concebeu espaços cénicos para espectáculos dirigidos por Alberto Villareal, Ana Luísa Guimarães, Andrzej Sadowski, António Durães, António Feio, António Fonseca, António Pires, Carla Maciel, Cláudia Gaiolas, Denis Bernard, Dinarte Branco, Fernando Moreira, Gonçalo Waddington, Joana Antunes, João Mota, Joaquim Horta, José Carretas, José Pedro Gomes, José Wallenstein, Luís Assis, Manuela Pedroso, Manuel Coelho, Marcos Barbosa, Marina Nabais, Natália Luiza, Nuno Cardoso, Nuno M Cardoso, Paula Diogo, Pedro Carraca, Pierre Woltz, Rogério Nuno Costa, Tiago Rodrigues, Tim Carroll, Tonan Quito e Victor Hugo Pontes.

Jorge Palinhos

Jorge Palinhos

JORGE PALINHOS
Nasceu em 1977, em Leiria. Colaborou com o Jornal Universitário do Porto, a revista 365, a revista aguasfurtadas e a revista Drama. Escreveu várias peças de teatro apresentadas em Portugal, Espanha e Brasil, pelas quais recebeu o prémio INATEL – Miguel Rovisco e o Prémio Manuel Deniz-Jacinto. Escreveu guiões de curtas-metragens de animação e imagem real e de duas séries para a internet. Participou ainda nas antologias More Tales of Terror, editada nos Estados Unidos por Pagan Publishing, Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas e Lisboa no Ano 2000 editados pela Saída de Emergência.

Tiago Patrício

Tiago Patrício

TIAGO PATRÍCIO
Nasceu no Funchal em 1979, mas passou toda a infância em Trás-os-Montes.
Frequentou a Escola Naval, foi Farmacêutico e estudou filosofia na Faculdade de Letras.
Venceu por quatro vezes o prémio Jovens Escritores e fez residências em Praga, Skopje, Aizpute, Tunes, Esmirna, Segóvia e Nova Iorque.
Escreveu as peças Checoslováquia, Paternidade, Estância, UtopiaTM e Eternidade. Venceu o Prémio Agustina Bessa-Luís com o romance Trás-os-Montes e o prémio Daniel Faria com O Livro das Aves.

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10 de Outubro de 2014

RTP-AÇORES e a transeatlântico

RTP-AÇORES e a transeatlântico

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