Archive for Março, 2014

28 de Março de 2014

Carlos Alberto Machado: autografia possível em Coimbra

autografia cam

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27 de Março de 2014

O menino na burra no dia mundial do teatro em coimbra

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26 de Março de 2014

O exercício da violência no Porto

CONVITE_HG CANCELA-Fnac-Porto

25 de Março de 2014

O exercício da violência no Porto

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21 de Março de 2014

Na luz inclinada no dia mundial da poesia em coimbra

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21 de Março de 2014

Coimbra com ranço no dia mundial da poesia

CONVITE_ranco-COIMBRA

20 de Março de 2014

O exercício da violência em Coimbra

CONVITE_HG CANCELA-COIMBRA

15 de Março de 2014

O exercício da violência no Porto

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11 de Março de 2014

terceira margem com exercício da violência

A Companhia das Ilhas lança este mês de Março uma nova colecção de livros. Denomina-se terceira margem e terá o ensaio como género preferencial. Inaugura-se com a obra O Exercício da Violência. A Arte enquanto Tempo, de Helder Gomes Cancela, professor de estética na Universidade do Porto.

O livro será apresentado pelo crítico e professor Osvaldo Silvestre no próximo dia 20, pelas 19 horas, na Livraria e Antiquário Miguel de Carvalho, em Coimbra, numa sessão integrada no festival de poesia Mal Dito (de que faz parte também uma feira do livro de poesia em que a Companhia das Ilhas participa).

No Porto, a apresentação estará a cargo do poeta e ensaísta Bernardo Pinto de Almeida e terá lugar dia 26, pelas 18 horas, no Forum FNAC de Santa Catarina.

Capa Helder Cancela_REV4O Exercício da Violência. A Arte enquanto Tempo

Por que é que algumas obras de arte se revelam capazes de sobreviver à violência da história, da diferença cultural e da diversidade subjetiva?

Por que é que algumas obras são capazes de suportar melhor do que outras o desfasamento inevitável entre aquilo que o autor diz e representa e aquilo que os espectadores e leitores vêem ou lêem?

Partindo da constatação de que algumas obras demonstram, de facto, uma particular capacidade para se projectarem para além do tempo e do espaço em que foram produzidas, este conjunto de micro-ensaios interroga-se acerca da natureza das obras e experiência estéticas.

O Exercício da Violência: A Arte enquanto Tempo é um ensaio constituído por múltiplos micro-ensaios que procuram pensar a arte e a literatura a partir das relações de recepção.

Helder Gomes Cancela

Nasceu em 1967. É docente da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde lecciona Estética e Crítica de Arte. É investigador no i2ADS, Instituto de Investigação em Arte Design e Sociedade. Possui um doutoramento em Filosofia Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a mesma instituição onde se licenciou e concluiu um mestrado, ambos em Filosofia.

Publicou Relativismo Axiológico e Arte Contemporânea: Critérios de Recepção Crítica das Obras de Arte (ensaio, 2004), Anunciação (romance, 1999), Novembro (poesia, 2003), De Re Rustica (romance, 2011), todos nas Edições Afrontamento.

5 de Março de 2014

Mal Dito: poesia em Coimbra, com a Companhia das Ilhas

A Companhia das Ilhas vai estar presente no Mal Dito – festival de poesia em Coimbra 2014 (Março, 20-23). Quinta-feira 20, pelas 19 horas, Osvaldo Silvestre apresenta o livro de micro-ensaios O EXERCÍCIO DA VIOLÊNCIA, de Helder Gomes Cancela, obra que inaugura a colecção terceira margem.

Sexta-Feira 21, Dia Mundial da Poesia, pelas 17.30 horas, presença de poetas editados pela Companhia das Ilhas. Apresentação dos novos livros RANÇO, de Jorge Aguiar Oliveira, e NA LUZ INCLINADA, de Nuno Dempster (ambos na colecção azulcobalto | poesia).

As duas iniciativas terão lugar na Livraria Antiquário Miguel de Carvalho.

Os livros de poesia da Companhia das Ilhas estarão presentes na Feira do Livro de Poesia do festival.

Mal Dito 2014

3 de Março de 2014

Rua de Baixo com Borbulha no Rabo

Andreia Rasga, do Rua de Baixo, escreve sobre o A BORBULHA NO RABO. POEMAS TERRÍVEIS PARA MENINOS TERRÍVEIS, de Gez Walsh, em versão portuguesa do poeta Helder Moura Pereira (Companhia das Ilhas, 2013):

Terrivelmente divertido

«Para crianças que gostam de rir, especialmente do disparatado, estes poemas são o melhor dos antídotos contra o mau tempo, a chuva e as saudades das atividades ao ar livre. Histórias do quotidiano, personagens lá de casa, bichos e aventuras, em textos cheios de ironia completamente desconcertantes.

Gez-Walsh-BorbulhaÉ impossível não folhear A borbulha no rabo (Companhia das Ilhas, 2013) sem soltar gargalhadas entre páginas. Os remates dos poemas deixam as crianças espantadas e os adultos ao rubro, rindo em conjunto, repetindo as frases e comentando as diabruras e aventuras de dezenas de figuras e momentos.

Este livro consegue ser terrivelmente divertido e completamente louco, levando um adulto a questionar: “será que devo mesmo ler isto ao meu filho?”. Contudo, partilhar estes poemas que falam de tirar macacos do nariz, dar traques, de pés malcheirosos, dos pêlos do nariz do avô, do bebé borrado, de dentaduras e arrotos, pode ser uma via divertida de mostrar o permitido e o proibido, o que é a brincar e o que é bem real.

O autor Gez Walsh usa, de uma forma ímpar, o humor para desenvolver a capacidade de comunicação das crianças, para lhes abrir limites, dissolver vergonhas e os ensinar onde estão os modelos e onde começa e acaba o politicamente correto.

A versão portuguesa resulta em pleno, graças à adaptação da autoria do poeta Helder Moura Pereira, que traduz e recria estes poemas transpondo-os perfeitamente para a nossa cultura, para a nossa realidade. Sem mazelas, sem perdas.

Neste livro não há tabus e a moral de cada um dos poemas molda-se aos olhos de quem lê. Então, folheadas as primeiras páginas, lida uma mão cheia de poemas, soltadas umas quantas gargalhadas, é impossível não chamar uma criança e ler em voz alta, espreitando sempre o ar deslumbrado com que os mais pequenos descobrem um livro com quase a mesma quantidade de poemas terríveis quantas as ideias, também terríveis, que eles próprios têm na imaginação. Tudo permitido, autorizado e partilhado com um adulto, igualmente terrível.»

1 de Março de 2014

POESIA EM MARÇO | Dia Mundial da Poesia 2014 em Coimbra

A Companhia das Ilhas vai publicar este mês de Março dois novos títulos de poesia inédita: Ranço, de Jorge Aguiar Oliveira, e Na luz inclinada, de Nuno Dempster.

Capa_Jorge_Aguiar_Oliveira_REV3Os dois livros serão apresentados em Coimbra, no dia 21 de Março, Dia Mundial da Poesia, na Livraria e Antiquário Miguel de Carvalho, sessão integrada no festival de poesia Mal Dito (de que faz parte também uma feira do livro de poesia, com participação da editora). Estão convidados todos os poetas com livros editados na Companhia das Ilhas, desde 2012: Carlos Alberto Machado, Fernando Machado Silva, Helder Moura Pereira, Inês Lourenço, Luís Carlos Patraquim, Luis Maffei, Madalena de Castro Campos, Manuel Fernando Gonçalves, Manuel Tomás, Mário T Cabral, Nuno Costa Santos, R. Lino, Rosalina Marshall e Urbano Bettencourt.

Capa_Dempster_Luz_inclinadaCarlos Alberto Machado, editor da Companhia das Ilhas, onde publicou Uma viagem romântica a Moscovo, terá, também em Coimbra, dia 28 de Março, uma sessão dedicada à sua escrita, na Mercearia de Arte Alves & Silvestre, com organização da Escola Informal de Fotografia, de Susana Paiva. A actriz  Mariana Fonseca Nunes dirá poemas do autor.