Archive for Junho, 2012

30 de Junho de 2012

“Marmelada das letras”

Fernando Guerreiro sobre o Prémio Nacional de Poesia/Mau Sangue, de Nuno Moura  (miasoave, 2012), texto lido pelo próprio na apresentação do livro/CD, no Pátio Grego da FLetras, aqui.

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30 de Junho de 2012

Entre sei lá e o quê

Marta Oliveira e Manuel Tomás em co-autoria escreveram “Entre sei lá e o quê” e, em conjunto, fazem o lançamento do livro, pelas 21 horas do dia 5 de Julho de 2012 (5ªfeira), no Auditório da Escola Cardeal Costa Nunes, Madalena do Pico, seguido de um Pico de Honra .

29 de Junho de 2012

Caríssimo SG

27 de Junho de 2012

Primeiras edições esgotadas

Optámos desde a primeira hora em fazer pequenas edições dos nossos livros – entre 100 e 250 exemplares – e, ao mesmo tempo, fazer impressões à medida das necessidades.

Os livros do António Cabrita (Ficas a dever-me uma noite de arromba), do Carlos Alberto Machado (estórias açorianas), do Nuno Costa Santos (Às vezes é um insecto que faz disparar o alarme) e do Mário T Cabral (Tratados) esgotaram a 1ª edição de 100 exemplares cada.  

 

25 de Junho de 2012

Eiras na Folha

O livro Substâncias Perigosas, de Pedro Eiras, “autor da casa” publicado pela Livrododia em 2010, acaba de sair também no Brasil, pela Casa da Palavra. A Folha de São Paulo dedica a primeira página do suplemento Ilustrada ao acontecimento, e publica um texto inédito do Pedro. Mais informações aqui.

 

23 de Junho de 2012

As escolhas do Cotrim

Hoje (Sábado, 23 de Julho), no suplemento Actual do jornal Expresso, o João Paulo Cotrim, nas suas “Escolhas”, indicou, entre outros, o nosso FICAS A DEVER-ME UMA NOITE DE ARROMBA, do António Cabrita. Obrigado, João Paulo, um abraço.

17 de Junho de 2012

O escritor desce cedo até aos jardins…

O Nuno Moura fez-nos chegar o seu último livro de poesia:  Prémio Nacional de Poesia (Miasoave), com um disco de bónus (14 temas musicados por José Ferreira, a partir de textos antigos de Nuno Moura, ditos pelo próprio ou cantados por Beatriz Nunes, a nova voz do Madredeus).

Já lemos e ouvimos (mas não nos atrevemos a cantar….) e gostámos muito.

“O escritor desce cedo até aos jardins, o lobo espera-o sobre a erva húmida. Escrevem juntos um poema lambuzado de mimosa e o poema quase ganha mas livros pequenos não vendem e do crítico literário sai o pássaro self-incrédulo mascarado de adivinha.”

17 de Junho de 2012

Um poema de Inês Lourenço

Dois cimbalinos escaldados

Não sei, meu amigo, o que

irradiava mais calor, se

a chávena escaldada, se

o cimbalino fervente, se

as conversas sobre livros de poesia

que nesse tempo, ainda

acreditávamos ser a maior

razão.

 

Curto, normal, cheio

o cimbalino, esse negro odor

com moldura branca

numa mesa de café, na cidade

onde habitávamos desde sempre.

 

[de uma série de 7 poemas, na Revista Relâmpago nº 28, Abril de 2011 (dedicada a Vitorino Nemésio)]

16 de Junho de 2012

Caixa negra

A caixa negra-expositor AzoresBookStores começou a ser distribuída com algumas das nossas edições:

Peter Cafe Sport (Horta, Faial), Tabacaria Tito’s (Madalena, Pico) – e vai a caminho da Livraria Gil (Ponta Delgada, São Miguel).

12 de Junho de 2012

Raríssimo

Chegou-nos hoje o Caríssimas 40 Canções – Sérgio Godinho e as Canções dos outros, uma belíssima edição da abysmo, do João Paulo Cotrim.

Texto do site: «No ano em que foi celebrando uns bem medidos 40 anos de canções, Sérgio Godinho abordou, em crónica semanal no jornal Expresso, outras tantas canções de amigos e conhecidos ou isso se tornaram depois de ouvidos, apesar de terem desaparecido ou nunca se terem cruzado. Aqui se reúnem esses textos, revistos e aumentados, que são janelas para nomes como Bob Dylan ou Zeca Afonso, Noel Rosa ou Caetano, mas também Jacques Brel ou The Beatles, sem excluir The Kinks, José Mário Branco ou Tony de Matos. Não ficaremos apenas a saber mais sobre cada uma das canções, mas sobretudo a visão íntima de quem conhece a música, os instrumentos, os intérpretes e a sua circunstância.»

Ilustrações e logótipo convidado de Nuno Saraiva.

20 euros (desconto de 10% a partir do site da abysmo).

 

6 de Junho de 2012

Poeta sobre poeta

O poeta Nuno Dempster sobre o poeta Fernando Machado Silva (autor da casa):

«Trata-se de uma linguagem poética sem subterfúgios, clara e directa, mas que gera volume de significação para lá do que é escrito, os poemas são como histórias e relatos, e essas histórias e relatos encerram a visão poética e esta alarga a semântica do discurso. Uma mecânica simples e eficaz, com um tratamento tão distante, quer da monocromia chata que, não poucas vezes, se nos depara, digamos assim, como poesia do real, quer, no outro extremo, igualmente longe das sibilas que, por causa dos vapores de enxofre, não se percebe o que dizem e talvez não digam mais do que os vapores aleatoriamente entregam à adivinha conveniente dos basbaques.»

Texto integral aqui.

Obrigado.

4 de Junho de 2012

Nós Somos – Etutanu

«Etutanu é o título de um poema de Agostinho Neto. Em português, quer dizer “nós somos”. Há cerca de um ano, José Luandino Vieira criou uma micro-editora (que se apresenta especificamente como uma “micro reeditora”) para a literatura angolana e, em homenagem ao poeta que não pode cair no esquecimento, chamou-lhe assim mesmo, Nós Somos.

Desde Maio de 2011, já foram editadas várias obras, essencialmente de poesia – elemento fundamental na definição da identidade cultural contemporânea de Angola. Os autores são poetas que escreveram ainda num contexto de luta de libertação nacional, como Agostinho Neto (1922-1979) ou António Jacinto (1924-1981), ou jovens nascidos após a independência de Angola, como Nok Nogueira.

Já foram publicados dez livros, correspondendo a nove vozes, fundadoras ou herdeiras de uma poesia que se quer de afirmação nacional.

A Nós Somos pretende privilegiar as antologias. Poesia (1961-1976) de António Jacinto, Momentos (1958-2011) de Arnaldo Santos e A Construção do Tempo (1990-2000) de João Melo, precederam Fogo e Ritmo (24 Poemas) de Agostinho Neto. Esta última antologia resulta de um trabalho de recolha e seleção entre 15 edições, de vários países, algumas históricas, como as de Itália (1963) e da Tanzânia (1974), e foi coordenada por José Luandino Vieira, Ana T. Rocha e Pires Laranjeira.

Sempre sob a chancela de Luandino Vieira, a coleção inclui ainda: de João Maimona (Uíje, 1935), Memória de Sombra; de José Luís Mendonça (Golungo Alto, 1955), Africalema e Não Saias Sem Mim à Rua Esta Manhã; de Zetho Cunha Gonçalves (Huambo, 1960), Poesia da Tradição Oral; de J.A.S. Lopito Feijó K. (Malange, 1963), Marcas da Guerra Percepção Íntima & Outros Fonemas Doutrinários; de Nok Nogueira (Luanda, 1983), Jardim de Estações.»  

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Tel 00.351.251.795115 | E-mail etutanu@gmail.com | Rua Queiróz Ribeiro,11-15  4920-289, Vila Nova de Cerveira Portugal

Maria do Rosário Fardilha